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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - FIM DE ANO




A chegada do final do ano nos convida a refletir sobre o período que se passou e o que está por vir.

Este é o momento de repensar a própria vida e avaliar os pontos que desejamos mudar no ano que se inicia.

Este processo de reflexão possibilita que o indivíduo se reorganize para desfrutar de maior equilíbrio nesta nova etapa que está por vir.
Quando se deseja repensar a própria vida muitos fatores podem ser considerados, mas há três áreas de grande importância: vida afetiva, vida profissional e relação consigo mesmo. A análise da vida afetiva e familiar nos leva a considerar a qualidade das relações que estabelecemos com aqueles que nos cercam.

Você se sente satisfeito com seus relacionamentos pessoais? De modo geral, as pessoas com quem você convive te fazem bem? Quais aspectos de seu comportamento têm sido elogiados e quais têm sido criticados por amigos e familiares?

Após fazer todas estas perguntas você deve tentar imaginar o que você pode fazer para melhorar a qualidade de seus relacionamentos. Este tipo de reflexão permitirá que você reveja suas atitudes e tenha uma vida pessoal menos conflitiva e mais prazeirosa.

Em relação à vida profissional é importante questionar-se sobre o grau de satisfação que você tem em seu trabalho. Você se sente realizado com a atividade que executa? Sente-se reconhecido e valorizado por seu trabalho? Sua remuneração está suprindo suas necessidades? Qual a qualidade dos relacionamentos com seus superiores e com seus colegas de trabalho? Perguntas como esta possibilitam que você avalie os prós e contras de seu trabalho e analise se é ou não necessário batalhar por uma atividade que esteja mais próxima de seus interesses e que te dê maior satisfação.

Por fim, cabe ainda avaliar a relação que você estabelece consigo próprio. Você está satisfeito com a pessoa que é? Quais são suas maiores virtudes? Quais defeitos você deseja superar? Como sua aparência física te faz sentir? Você deseja alterar sua imagem atual? Quais fatores têm dificultado para que você alcance as transformações que deseja? Estas perguntas permitem que a pessoa reflita sobre seus hábitos e se esforce para alterar as atitudes que lhe tem trazido sofrimento.

Enfim, o final do ano propicia que o indivíduo reavalie seus projetos pessoais e que busque as transformações almejadas. Reconhecer a necessidade de mudança e acreditar na capacidade de alcançá-la é um grande passo para que se possa viver de forma mais satisfatória no ano vindouro.


Ouça diariamente às 05h00 comigo na Clube FM João Pessoa as nossas reflexões no Bom Dia Clube.



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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Reflexão do Dia - O Ponto Negro



   

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala. 

Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente. 

O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco. 

Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão: 

- Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto, e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa? 

Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas. 

Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam. Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins, e pouca importância ao que se realiza de bom. 

Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção, e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente. 

É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro. 

Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente. 

Temos sido tão exigentes com os outros! 

Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia. 

Um casal completava seus 60 anos de matrimônio e uma das netas perguntou à avó: 

- Vózinha, como é que a senhora agüentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar. 

A vovö, com um sorriso de serenidade respondeu à neta: 

- É simples minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avó fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas. 

Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional, e a balança tende a pender mais para esse lado. 

Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos. 

Saibamos valorizar as boas ações. 

Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco. 

Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom. 

............... 

Você sabia que os benfeitores da humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo? 

Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com as faltas alheias. 

Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.



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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - O PERDÃO


 

Ela se chamava Mega e tinha uma chefe terrível. Quando Mega chegava pela manhã e falava "bom dia", a chefe respondia com uma pergunta: "por que não chegou mais cedo?" 

Se chegasse antes da hora, a chefe não estava lá, mas ficava sabendo e lhe perguntava se ela não sabia qual o horário do expediente, mesmo depois de trabalhar ali há tantos anos. 

Era uma mulher má. Implicava com tudo. Até que um dia Mega se cansou e decidiu se demitir. 

"Vou sair, mas antes vou dizer tudo o que tenho vontade", foi o que pensou. 

Exatamente naquele dia ela estava almoçando quando encontrou a dra. Casarjian que a convidou para assistir a um treinamento, naquela tarde. 

"Não posso", foi a sua resposta. "tenho expediente a cumprir." 

"Por que não?" 

Mega falou sobre a chefe que vivia implicando com ela e a dra. Casarjian lembrou que pior a situação não poderia ficar. 

Além do que, se a chefe lhe desse uma bronca por faltar ao trabalho, naquela tarde, ao menos teria motivo. 

Mega lembrou que no dia seguinte iria se demitir, por isso resolveu ir ao encontro. Ali ouviu referências a respeito do perdão. "O perdão é bom para você", falava a Dra. "Se você perdoar alguém que o ofendeu ele continua do mesmo jeito mas você se sentirá bem." 

"Se você perdoar o mentiroso, ele continuará mentiroso mas você não se sentirá mal por causa das mentiras dele." Ao final do treinamento, Mega concluiu que a sua chefe estava muito doente e tirou-a da cabeça. 

No dia seguinte, tomou uma resolução: "não vou deixar que ela me atormente mais. E nem vou abandonar o trabalho que eu gosto." 

Mega chegou e cumprimentou: "olá." 

A chefe foi logo lhe perguntando o que tinha acontecido. Ela estava diferente. Mega falou que havia participado de um treinamento e que estava bem consigo mesma e até convidou a chefe para tomar chá, ao final da tarde. 

A reação veio logo: "você está me convidando só para eu não reclamar de você?" 

"Pode reclamar, até mandar descontar as minhas horas. Mas eu insisto no chá." 

E foram. Durante o chá, a chefe falou da sua surpresa em ter sido convidada para aquele chá. Ela sabia que era intratável. Também falou da sua emoção. Nunca ninguém a convidara para um lanche, um café. 

Acabou por falar das suas dores. O marido lhe batia, o filho vivia no mundo das drogas. Por isso ela odiava as pessoas. Era infeliz e agredia. 

Semanas depois, era a própria chefe que comparecia ao novo treinamento da Dra. Casarjian a respeito do perdão. 

............................... 

Perdoar é libertar-se. Aquele que agride é sempre alguém a um passo do desequilíbrio. 

Aquele que persegue nem pode imaginar o quanto se encontra enfermo. 

Sem dúvida, a felicidade pertence sempre àquele que pode oferecer, que a possui para dar. 

Nosso maior exemplo é Jesus. Poderia ter reagido às agressões, mas preferiu perdoar e amar, por saber que aqueles que o afligiam eram espíritos atormentados em si mesmos. Por essa razão, dignos de perdão. 

E se você tiver ainda muita dificuldade para perdoar, pense que tudo passa. Passam as coisas ruins, passam as pessoas que as provocam. Só o bem permanece para sempre.



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sábado, 15 de dezembro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - A PALAVRA SINCERA





Você sabia que a palavra "sincera" foi inventada pelos romanos? 

Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. 

Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso. 

Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos: 

Como é lindo! Parece até que não tem cera! 

"Sine cera" queria dizer "sem cera", uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes. 

Com o tempo, o vocábulo "sine cera" se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano. 

Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações. 

A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração. 

Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias. 

Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados. 

Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância? 

Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira? 

Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam? 

Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor. 

Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades. 

Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. 

*** 

Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. 

Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos. 

Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. 

Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo. 

Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos. 

Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.


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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - NÃO SEJA DE VIDRO




O melindre costuma causar estragos nas relações humanas. 

Por excesso de sensibilidade, amizades são rompidas e grupos se desfazem. 

A pessoa melindrosa ofende-se com muita facilidade. 

Ela identifica intenções ofensivas nas coisas mais banais. 

Uma simples brincadeira ou uma palavra mal escolhida podem fazê-la sentir-se gravemente ofendida. 

Uma criatura tão delicada, fica sempre atenta aos atos e dizeres dos outros. 

Se encontra qualquer coisa remotamente parecida com uma crítica, melindra-se. 

Esse modo específico de sentir revela uma grande vaidade. 

O melindroso imagina-se o centro das atenções aonde quer que vá. 

Acredita que os outros se preocupam em excesso com ele. 

Justamente por isso, pensa que tudo o que é feito ou dito a sua volta refere-se a sua pessoa. 

E a realidade é que os homens gastam muito pouco tempo preocupando-se de forma definida com seus semelhantes. 

Cada qual tem sua vida e seus problemas. 

Salvo se você for uma sumidade em determinada área, provavelmente os que o rodeiam não se ocupam particularmente com seus atos. 

Fora de seu grupo familiar, raramente alguém se detém para esmiuçar seu proceder. 

E quando o faz, é por breve tempo. 

Não se imagine o centro do mundo. 

Os outros não falam ou agem com o firme propósito de ofendê-lo. 

Eles nem pensam muito em você. 

Não seja de vidro no trato com os semelhantes. 

Não veja ofensas onde elas não existem. 

Preocupe-se com a essência das coisas. 

O corre-corre do mundo moderno nem sempre permite que tudo seja dito ou feito com a suavidade desejável. 

Certamente você também não pensa inúmeras vezes em cada palavra que diz. 

E igualmente não pauta sua vida pelo interesse de atingir os que o rodeiam. 

Muitos de seus atos e palavras podem ser mal interpretados. 

Ocorre que quem procura razão para sentir-se ofendido certamente encontrará. 

Trata-se principalmente de um estado de espírito. 

Conscientize-se dessa realidade. 

Não se imagine mais importante do que na realidade é. 

Viva com leveza e bonomia. 

Se alguém criticar algo que você tenha feito, não se ofenda. 

Não torne tudo pessoal. 

A crítica nem sempre é destrutiva. 

Aceite que você às vezes falha. As observações dos amigos podem auxiliá-lo a ser melhor. 

Procure tolerar sem melindre, mesmo alguma observação maliciosa a seu respeito. 

Em um ambiente descontraído, com freqüência alguém é motivo de piadas. 

Trata-se de uma dinâmica especial de certos locais. 

E a intenção raramente é ofender. 

Tanto é assim que se altera constantemente o alvo da troça. É necessário que os participantes de um grupo ou meio social tenham liberdade uns com os outros. 

Evidentemente, há limites para tudo. 

Mas sem uma certa dose de sinceridade e espontaneidade, resta somente a formalidade e a hipocrisia. 

Em um clima hipócrita, nada de real se cria e ninguém se sente seguro e à vontade. 

Assim, seja leve em seu viver. 

Não se ofenda a todo instante, por tudo e por nada. 

Isso apenas o isolará de seus semelhantes, sem qualquer resultado útil. 

Pense nisso.


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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Reflexão do Dia - Nossos vizinhos





Nos dias que vivemos, tal tem sido a preocupação dos pais em proteger seus filhos de dificuldades que, por vezes, exageram. 

Assim é, por exemplo, com respeito a relacionamento com vizinhos. 

A falta de respeito de algumas pessoas, que ultrapassam os limites do equilíbrio, tem gerado, é verdade, situações embaraçosas. 

Mas, os conflitos humanos, impondo condutas de distanciamento, evitam a prática da fraternidade que sustenta os sentimentos e lhes dá vigor. 

As comunicações virtuais, por sua vez, têm isolado as pessoas nos lares, afastando-as de convivência salutar. 

Como conseqüência, passamos a sentir as dificuldades de convivência humana aumentarem. 

Olhando para os nossos vizinhos de apartamento, de residência, damo-nos conta que raramente nos comunicamos. 

Mesmo quando nos encontramos nos elevadores, nos parques, nas ruas, nossa comunicação se limita a frases curtas e respostas monossilábicas. 

Assim, a família vai se fechando cada vez mais. E isso prejudica a educação dos filhos e a convivência agradável. 

O homem é um ser gregário, por isso, a convivência com o próximo é uma necessidade de alta significação. 

Estar com o outro, conviver com ele faculta o desenvolvimento da sensibilidade afetiva, que trabalha em favor dos sentimentos elevados do ser humano. 

A vida social propicia entendimento fraterno, trabalho coletivo em favor da solução de problemas-desafios, que a todos atingem. 

Na educação infantil, a convivência com vizinhos é importante. 

Sem envolvimentos emocionais profundos entre as pessoas, que possam gerar conflitos, manter a boa vizinhança é altamente benéfico. 

O vizinho, na condição do próximo menos distante, é oportunidade de convivência edificante, através da cordialidade, da urbanidade, do respeito. 

Em se tratando de nossa criança, é importante estimulá-la a buscar a companhia dos amigos vizinhos, a se divertir com eles, estudarem juntos, resolvendo seus deveres escolares. 

Tudo isso é significativo para a construção social. 

Naturalmente, os pais estarão vigilantes, estabelecendo regras e critérios para que a convivência não se transforme em algo indisciplinado e constrangedor. 

O vizinho, pela sua proximidade física, proporciona ensejo de amizade, permitindo o exercício da bondade, enquanto se trocam conhecimentos úteis. 

Se os pais mantêm agradável convivência com os vizinhos, evitando comentários indevidos, censuras e reproches, os filhos os imitarão. 

Isso porque a criança imita sempre os atos dos adultos, no lar, na rua, na escola. 

Convivendo com nossos vizinhos, estimulando as crianças a fazerem o mesmo, estaremos contribuindo para uma valiosa conquista ética do grupo humano, que marcha para uma sociedade mais harmônica. 

* * * 

A educação, em si mesma, e particularmente a infantil é um trabalho de todo dia, de toda hora, e não apenas de momentos emocionais, carregados de afeto exagerado ou de agitação e desequilíbrio. 

Desse modo, o diálogo contínuo, os esclarecimentos em vez das ordens e imposições, os bons exemplos serão a nota de importância na boa formação do caráter dos nossos filhos. 

Pensemos nisso.


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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Reflexão do Dia - Nossa casa





Um velho carpinteiro estava em vias de se aposentar. Chegou ao seu superior e informou a decisão. Os anos lhe pesavam muito e ele desejava uma vida mais calma. 

Queria descansar um pouco, estar mais com a família, despreocupar-se de horários e rígidas disciplinas que o trabalho lhe impunha. 

Porque fosse um excelente funcionário, seu chefe se entristeceu. Perderia um colaborador precioso. 

Como última tarefa, antes de deixar seu posto de tantos anos, o chefe lhe pediu que construísse uma última casa. Era um favor especial que ele pedia. 

O carpinteiro consentiu. A medida que as paredes iam subindo, as peças sendo delineadas, o acabamento sendo feito podia se perceber à distância que os pensamentos e o coração do servidor não estavam ali. 

Ele não se empenhou no trabalho. Não se preocupou na seleção da matéria-prima, de forma que as portas, janelas e o teto apresentavam sérios defeitos. 

Como também não teve cuidado com a mão de obra, a casa tomou um aspecto lamentável. Foi uma maneira bem desagradável dele encerrar a sua carreira. 

Surpresa maior foi quando o chefe veio inspecionar a obra terminada. Olhou e pareceu não ficar satisfeito. Aquele não era um trabalho do seu melhor carpinteiro. 

No entanto, tomou as chaves da casa e as entregou ao carpinteiro. 

"Esta casa é sua. É meu presente para você, por tantos anos de dedicação em minha empresa." 

Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que a casa seria sua, teria caprichado. Teria buscado os melhores materiais, a melhor mão de obra. O acabamento teria merecido atenção especial. 

Mas agora ele iria morar naquela casa tão mal feita. 

Assim acontece conosco. Construímos nossas vidas de maneira distraída e descuidada. 

Esquecemos de levantar paredes sólidas de afeto que nos garantirão o abrigo na hora da adversidade. Não providenciamos teto seguro de honradez para os dias do infortúnio. 

Não nos preocupamos com detalhes pequenos como gentileza, delicadeza, atenções que demonstrem interesse para com os demais. 

Pensemos em nós como um carpinteiro. Pensemos em nossa casa. Cada dia martelamos um prego novo, colocamos uma armação, estendemos vigas, levantamos paredes. 

Construamos com sabedoria nossa vida. Porque a nossa vida de hoje é o resultado de nossas atitudes e escolhas feitas no ontem. Tanto quanto nossa vida do amanhã será o resultado das atitudes e escolhas que fizermos hoje. 

E se nos sentirmos falharem as forças, recordemos a advertência que se encontra na primeira epístola de Tiago, versículo 5: "se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus. Ele a dará porque é generoso e dá com bondade a todos." 

*** 

Tudo que realizes, faze-o com alegria. 

Coloca estrelas de esperança no céu de tua vida e alegra-te pela oportunidade evolutiva. 

A alegria que é resultado de uma conduta digna, é geradora de saúde e bem-estar. 

E toda alegria resulta de uma visão positiva da vida, que se enriquece de inestimáveis tesouros de paz interior. 

O teu amanhã será de luz se hoje semeares bom ânimo, o bem e a amizade.


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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Reflexão do Dia - Neuroses modernas




Vivemos hoje em uma sociedade apressada. Todos temos pressa e não temos tempo. Vivemos nossos dias na ânsia de tudo conseguir e na ansiedade de tudo alcançar. 

A Internet, o celular e os mais variados recursos tecnológicos nos facilitaram a vida, ao mesmo tempo que nos escravizaram. 

Já não perguntamos o endereço postal de alguém. Quem terá tempo de escrever uma carta, ir ao correio postá-la e esperar infindáveis dias até que ela chegue ao destinatário? 

Assim, nossa caixa de correio enche-se de nada, pois repetem-se as correspondências comerciais sem significado algum. 

Há pressa, pois a velocidade do mundo parece ter mudado. Parece estar mais rápida, mais exigente, mais intensa. 

Somos encontrados a qualquer momento. Seja pelos telefones móveis que a cada dia agregam mais recursos, pela Internet, que nos liga a todos e a tudo (sem a opção de nos perguntar se desejamos ou não) ou por tantas outras possibilidades que a tecnologia cria a todo momento. 

Sempre estamos sendo exigidos, questionados, sob demanda de algo ou de alguém. 

Nesses dias de transição e de mudança, de adaptação e de aprendizado, muitos de nós nos sentimos aturdidos. Perdemos as referências, que foram atropeladas pelas mudanças sociais. Já não sabemos como agir ou por onde seguir. 

Como resultado, caminhamos inseguros, buscando cada qual defesas frente a tudo isso. 

Por isso, são tantos os que se tornam violentos, com medo de serem violentados pela sociedade. Agridem verbalmente, algumas vezes indo às raias da violência física, mascarando o próprio medo ao impingir medo nos que os cercam. 

Outros, buscam fugir desse frenesi moderno fechando-se em si mesmos, em um egoísmo injustificado, preocupando-se apenas consigo e com os seus, abrindo mão dos valores da solidariedade, da fraternidade e da amizade. 

Não são poucos aqueles que, preocupados no vencer e no ganhar das batalhas diárias, se desfazem dos valores morais, passando sobre tudo e sobre todos, não se importando em construir vitórias sobre dores, aflições e injustiças, pois as suas são apenas as preocupações pessoais. 

Porém, vale lembrar que não importa a época que estamos vivendo. Desde sempre, todos os dias são abençoados pelos cuidados de Deus, que prevê a tudo e provê a todos nós. 

* * * 

Não nos deixemos contaminar por essas neuroses modernas, onde a fé e a confiança em Deus, pouco trabalhadas na intimidade de cada um, são substituídas pelo medo e pelos mecanismos de fuga. 

Vivamos de maneira tranquila e confiante, sabendo, como nos lembra Jesus, que somente lobos caem em armadilhas para lobos. 

Nada nos haverá de suceder que não conste das nossas necessidades de aprendizado e entendimento. 

Cada vez que ansiedade, medos, fobias ou síndromes modernas insistirem em tomar-nos a casa mental e emocional, resguardemo-nos na oração, que nos plenificará a alma, apascentando-nos o coração. 

E vivamos, com a confiança do filho que entende o Pai como soberanamente bom e justo, todos os dias banhando-nos na alegria de estarmos vivos, louvando a Deus a bendita oportunidade da vida.


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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Oi instala orelhões em matagal no RS para cumprir determinação da Anatel

Foto: Reprodução/Zero Hora

São Paulo – A Oi instalou nove orelhões, um ao lado do outro, no meio de um terreno baldio e ocupado por mato, na cidade de Passa Sete, de 5.100 habitantes, no Rio Grande do Sul.

O objetivo é cumprir o número mínimo de aparelho por habitante determinado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), de quatro telefones públicos para cada 1000 habitantes.

Segundo reportagem do jornal Zero Hora, os orelhões foram colocados em um terreno atrás da sede da prefeitura, ao lado de uma antena de transmissão. Para chegar aos aparelhos, o usuário precisa caminhar cerca de 200 metros em meio ao capim. A casa mais próxima do local fica a cerca de 300 metros.

Além destes nove, a operadora instalou dois telefones em frente a um cemitério, onde já havia outros dois aparelhos. Outros três foram colocados em frente a uma loja de roupas, onde já tinha um.

Um sexto telefone foi instalado em frente à prefeitura, ao lado de um outro.

Além de estarem mal localizados e mal distribuídos, apenas cinco dos 20 aparelhos estavam em funcionamento, segundo a reportagem.


Fonte: INFO Online

REFLEXÃO DO DIA - NA BENÇÃO DO DIA






Mal você acorda pela manhã, e muitas preocupações passam a ocupar a sua mente. São tantas as providências que tem a tomar que muitas vezes fica atordoado e nem vê o dia acabar. 

As coisas mais comezinhas e as mais graves são alvos de sua atenção, ocupando-lhe as horas. 

A noite chega e, quando você se dá conta está exausto, extremamente exausto. 

Mastiga o jantar enquanto tenta digerir os problemas que ficaram pendentes. Bem, mas agora é só amanhã... 

Um banho rápido e, cama. Isto é tudo o que conseguirá fazer. 

Algumas horas de sono e novamente o dia lhe convida a agir... E lá vai você outra vez. 

As horas se sucedem, os dias se vão, os meses se transformam em anos, e você passa pela vida sem se dar conta das muitas bênçãos que ela lhe oferece, bem como a todas as criaturas que dividem com você o planeta. 

Mas, apesar da indiferença, um novo dia se apresenta para ser vivido. 

E este dia talvez seja oportuno para você lançar um olhar mais atento ao mundo a sua volta buscando interagir, de maneira consciente, com essas forças inteligentes. 

Descubra o valor das concessões que o senhor lhe faz pelas mãos da vida e distenda alegria e reconhecimento por toda a parte. 

Observe a natureza, abençoando sem cessar, através das próprias forças em movimentos. 

Nascem frutas saborosas em árvores cujas raízes se prendem à lama... 

Correm brisas leves, entoando melodias suaves, em apertados vales onde cadáveres se decompõem. 

Cai o orvalho da noite sobre o solo ressequido e misérrimo, crestado pelo sol. 

Voejam borboletas delicadas nos rios de ar ligeiro qual festival de cor flutuante sobre campina pontilhada de flores miúdas. 

Desabrocham, além, espécies variadas da flora que o pólen feliz fecunda em todo lugar. 

Rutilam constelações no manto da noite salpicando a terra de diamantes preciosos. 

Em cada madrugada renasce o sol dourado, purificando o charco, vitalizando o homem, atendendo à flor sem indagar da aplicação que lhe façam dos raios beneficentes. 

Não se detenha e recorde os tesouros com que o bem lhe enriquece o coração, através dos valiosos patrimônios da saúde e da fé, da alegria e da paciência, e vá em frente. 

Indiferença é enfermidade. 

Medo é veneno que mata lentamente. 

Acenda a luz da coragem na alma, a fim de que você não se embarace nas dificuldades muito naturais que seguem ao lado dos seus compromissos em relação à vida. 

Confiança em nossos atos é fortalecimento para a coragem alheia. 

Otimismo nas realizações também é aliança de identificação com as esferas superiores. 

Pense nisso! 

Você não está no mundo em vão. 

Aproveite a oportunidade, valorize as bênçãos da vida, difunda gratidão e alegria por onde passar, com quem estiver, com as concessões que possuir, justificando em atos edificantes a sua passagem pela terra. 

Você não é figurante nos palcos da vida terrestre: é protagonista, é lição viva, é peça importante nessa imensa engrenagem chamada sociedade. 

Pense nisso, e movimente-se em harmonia com essas forças poderosas e inteligentes que agem por toda parte.



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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - O MUNDO ESTÁ PERDIDO





Nos dias atuais, devido aos acontecimentos infelizes que assolam o planeta, é muito comum ouvir as pessoas dizerem: "o mundo está perdido!"

Um olhar superficial pode, de fato, causar essa impressão.

Mas o mundo não está perdido. O mundo está na mais perfeita harmonia. O sol cumpre sistematicamente o seu papel, sem alarde.

A Terra oferece todos os recursos da sua intimidade que possibilitam a vida das criaturas, em constante harmonia.

As sementes germinam, a floração acontece, os rios seguem seus cursos e os animais atendem os objetivos que o Criador estabeleceu, com equilíbrio harmônico.

Portanto, o mundo não está perdido. O homem é que está perdido.

O homem é que se esquece da sua condição de filho de Deus e se debate na busca de ilusões que mais o distanciam da felicidade almejada.

Esquecido da sua condição de filho da luz, o ser humano se atormenta nas trevas, e acaba se precipitando nos despenhadeiros dos mais variados vícios.

O mundo não está perdido...

Nós é que perdemos o rumo...

A Terra faz seus movimentos de rotação e translação, obedecendo as leis do Criador.

Os astros giram no espaço infinito, dentro da mais perfeita sintonia com o pensamento Criador.

O Sol dardeja ouro sobre a terra, tornando possível a vida.

A chuva generosa cumpre seu papel...

O mundo não está perdido, nós é que estamos com a visão nublada e distorcida.

A nossa miopia moral nos faz perder a fé no Criador...

E as manhãs que se renovam sempre e sempre, como dádivas de Deus para o nosso crescimento, escorrem ligeiras pelas nossas mãos...

Os minutos preciosos que se repetem, incansáveis, são desvalorizados a ponto de servir apenas para a construção da nossa própria desdita...

Olhamos o mundo através das nossas lentes embaçadas pelo pessimismo e dizemos, alarmados: "o mundo está perdido".

Se encontramos uma rosa no caminho, logo perguntamos: "e o estrume, onde está o estrume?"

Mas aqueles que têm os olhos lubrificados pela fé racional, dilatam o seu campo de visão e contemplam o equilíbrio do mundo.

Seus passos são ligeiros e decididos, pois a confiança em Deus os sustenta com o otimismo.

Se na caminhada encontram estrume, logo perguntam: "e a rosa, onde está a rosa?"

São pessoas assim que mudam o ambiente terrestre. Que fazem luz onde as sombras teimam em sobressair.

Sua confiança no Criador do universo é, de tal forma, grandiosa, que jamais se deixam cair nas malhas do amolentamento ou do desânimo.

São pessoas que não reclamam do mundo, mas fazem do mundo, a cada dia, um mundo melhor.

Por isso, o mundo não está perdido...

O ser humano é que se perdeu por se distanciar do seu Criador...

Por se sentir o senhor do mundo...

Por relegar a segundo plano os valores morais...

Por se obstinar em construir sua felicidade pisando sobre as costas do próximo...

Quando o homem abrir os olhos, sair da casca do egoísmo e retirar a capa do orgulho, verá que o mundo tem um colorido diferente...

Enxergará as belezas naturais com que o Criador enfeitou a terra e se deslumbrará diante do perfeito equilíbrio que impera em todo o Universo.

Pense nisso!

No reino da natureza, o ser humano é o único dotado de razão.

É o único ser capaz de questionar e entender o seu Criador.

E você, como ser humano, é o único capaz de enxergar algo além das aparências.

Não se deixe levar pelo pessimismo. Corrija o ângulo da sua visão, lubrifique-a com o óleo da fé em Deus e faça a sua parte para que o seu mundo íntimo possa ser a cada dia melhor.


Pense nisso!


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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - O MITO DA ALMA GÊMEA




Aristófanes, poeta cômico grego, contemporâneo de Sócrates, afirmou que no começo os homens eram duplos, com duas cabeças, quatro braços e quatro pernas. 

Esses seres mitológicos eram chamados de andróginos. 

Os andróginos podiam ter o mesmo sexo nas duas metades, ou ser homem numa metade e mulher na outra. 

Bem, isso tudo Aristófanes criou para explicar a origem e a importância do amor. 

O mito fala que os andróginos eram muito poderosos e queriam conquistar o Olimpo dos deuses, e para isso construíram uma gigantesca torre. 

Os deuses, com o intuito de preservar seu poder, decidiram punir aquelas criaturas orgulhosas dividindo-as em duas, criando, assim, os homens e as mulheres. 

Segundo o mito, é por isso que homens e mulheres vagueiam infelizes, desde então, em busca de sua metade perdida. 

Tentam muitas metades, sem encontrar jamais a certa. 

A parte do mito sobre a origem da humanidade perdeu-se ao longo das eras, mas a idéia de que o homem é um ser incompleto, em sua essência, perdura até hoje. 

Talvez seja em função disso que o ser humano busca, incessantemente, por sua alma gêmea para preencher sua carência afetiva. 

Embora o romantismo tenha sustentado esse mito por milênios, e muitos de nós desejemos que exista nossa metade eterna, é preciso refletir sobre isto à luz da razão. 

Se fôssemos seres incompletos, perderíamos nossa individualidade. 

Seríamos um espírito pela metade, e não poderíamos progredir, conquistar virtudes, ser feliz, a menos que nossa outra metade se juntasse a nós. 

É certo que vamos encontrar muitas pessoas na face da terra com as quais temos muitas coisas em comum, mas são seres inteiros, e não pela metade. 

O que ocorre é que, quando convivemos com uma pessoa com a qual temos afinidades, desejamos retê-la para sempre ao nosso lado. 

Até aí não haveria nenhum inconveniente, mas acontece que geralmente desejamos nos fundir numa só criatura, como os andróginos do mito. 

E nessa tentativa de fusão é que surge a confusão, pois nenhuma das metades quer abrir mão da sua forma de ser. 

Geralmente tentamos moldar o outro ao nosso gosto, violentando-lhe a individualidade. 

O respeito ao outro, a aceitação da pessoa do jeito que ela é, sem dúvida é a garantia de um bom relacionamento. 

Assim, a relação entre dois inteiros é bem melhor do que entre duas metades. 

As diferenças é que dão a tônica dos relacionamentos saudáveis, pois se pensássemos de maneira idêntica à do nosso par, em todos os aspectos, não teríamos uma vida a dois. 

Pessoas com idéias diferentes têm grande chance de crescimento mútuo, sem que uma queira que o outro se modifique para que se transformem num só. 

Assim, vale pensar que embora o romantismo esteja presente em novelas, filmes, peças teatrais, indicando que a felicidade só é possível quando duas metades se fundem, essa não é a realidade. 

Todos somos espíritos inteiros, a caminho do aperfeiçoamento integral. 

Não seria justo que nossos esforços por conquistar virtudes fosse em vão, por depender de outra criatura que não sabemos nem se tem interesse em se aperfeiçoar. 

Por todas essas razões, acredite que você não precisa de outra metade para ser feliz. 

Lute para construir na própria alma um recanto de paz, de alegria, de harmonia e segurança, como espírito inteiro que é. 

Só assim você terá mais para oferecer a quem quer que encontre pelo caminho, com sua individualidade preservada e com o devido respeito à individualidade do outro. 


Pense nisso!


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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Cantor Leonardo encerrará sua carreira



O cantor Leonardo vai encerrar gradualmente sua carreira musical após quase 30 anos na estrada. Segundo disse ao UOL a assessoria de imprensa do sertanejo, ainda não há um prazo para o fim definitivo, mas acontecerá após uma diminuição no ritmo de shows.

O motivo da parada seria o cansaço do cantor, que deseja se dedicar mais à família. “Ele já está com 50 anos, faz muitos shows e quer passar mais tempo com a família”, confirmou nesta sexta-feira (19) Ede Cury, assessora de Leonardo e amiga da família.

Leonardo contou à revista "Tititi" que o acidente que seu filho, Pedro Leonardo, sofreu em abril, também ajudou na decisão. "Depois do acidente com o Pedro, sofri uma baixa. Mesmo com o sucesso que tenho, dei uma baqueada na profissão. Minha ficha caiu, fiquei meio transtornado e percebi que a gente não vale nada nessa vida. Que estamos aqui e amanhã podemos não estar mais. Quero viver a minha vida, viajar, curtir os meus familiares, os amigos”, disse ele à publicação, reproduzida pelo jornal "Extra". 

No final de setembro, o cantor já havia dado indícios de que poderia abandonar os palcos durante uma entrevista no programa "Altas Horas", da Globo. "Estou um pouco cansado da estrada. Vou fazer 30 anos de carreira e a quantidade de shows que faço está um pouco pesada. Estou em um dilema: não sei se dou uma diminuída ou se paro de vez", disse ele, na ocasião.
Na agenda disponível do site do cantor, há apenas dois shows programados para serem cumpridos. Um acontece nesta sexta-feira (19), em Cordeirópolis, no interior de São Paulo. E o outro será na próxima quinta-feira (27), no Guarujá, em um evento fechado.

Recentemente, o cantor enfrentou uma disputa jurídica entre seu escritório Talismã Music, e a cantora Paula Fernandes, com quem tem contrato assinado até 2014. No fim de agosto, ela entrou com pedido na Justiça para rescindir o contrato com a gravadora, que a representa desde 2008, para que pudesse administrar sua carreira através da empresa Jeito de Mato, da qual é uma das sócias. O pedido foi negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.


Fonte: UOL

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Reflexão do Dia - A Elegância do Comportamento





Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. 

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. 

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. 

É uma elegância desobrigada. 

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. 

Nas pessoas que escutam mais do que falam. 

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca. 

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz. 

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. 

É possível detectá-la em pessoas pontuais. 

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. 

É elegante não ficar espaçoso demais. 

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. 

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. 

É elegante retribuir carinho e solidariedade. 

Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. 

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. 

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. 

Educação enferruja por falta de uso. 

"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado. 

Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, exatamente, aquilo que plantou."


Pense nisso!


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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - MUITO HUMILDE





A pessoa que trabalha lá em casa é muito, muito humilde.

Você já deve ter ouvido esta frase, com certeza. E com a mesma certeza sabe que quem assim fala está se referindo a alguém com poucos recursos amoedados. Ou intelectuais. Ou ambos.

De um modo geral, associamos pobreza, analfabetismo, ignorância à humildade.

Contudo, foram humildes Jesus de Nazaré, Francisco de Assis, Francisco Cândido Xavier.

E esses não se enquadram nos itens destacados. Jesus era humilde, no entanto, a ninguém ocorre imaginar que Ele fosse um iletrado.

Profundo conhecedor da alma humana, o que Lhe confere, de imediato, alta condição psicológica, era igualmente conhecedor da História de Israel, da cultura do mundo em que vivia, das Escrituras.

Provam isso Suas falas, Seus pronunciamentos, reportando-Se à lei antiga, aos profetas, ao tempo político que se vivia então.

Ao demais, era poeta, utilizando-Se sabiamente de figuras de linguagem, adequando-as ao ensino que desejava oferecer e às pessoas para as quais falava.

Ninguém foi tão grande quanto Ele. E era humilde. Ele mesmo O disse: Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.

Francisco Cândido Xavier não dispunha de recursos financeiros, nem diplomas.

Mas ninguém ousaria dizê-lo ignorante. Basta recordar-lhe a sabedoria nas entrevistas que concedeu a jornalistas, repórteres, cientistas que desejaram estudar-lhe as qualidades mediúnicas.

Sabia portar-se em público, utilizando-se de vocabulário adequado, demonstrando a ilustração do seu intelecto.

Francisco de Assis nasceu em berço rico e abraçou a pobreza, por opção do ensino que desejou ministrar, em plena Idade Média.

Era humilde e conhecedor do Evangelho. Foi ainda compositor. Dizia-se o cantor do grande Rei, Deus.

No ideal de divulgar o Evangelho de Jesus em sua essência mais pura, agregou jovens ricos, homens cultos, no mesmo Ideal e os liderou.

Falava ao povo simples, falava a magistrados e às autoridades eclesiásticas.

Conta-se que, certa vez, em retornando de Roma a Assis, deteve-se na cidade de Ímola. Por questão de respeito hierárquico, apresentou-se ao bispo e expressou o desejo de pregar na igreja local.

Eu prego a meu povo e isso é o bastante! - Foi a resposta do bispo.

Francisco se retirou e voltou uma hora depois, fazendo o mesmo pedido.

Ante o espanto do bispo, pela insistência, respondeu:

Meu senhor, se um pai expulsa o filho por uma porta, ele deve voltar por outra!

O raciocínio coerente lhe valeu o direito de tomar lugar no púlpito do prelado para a pregação.

* * *

Humildade é virtude que brilha nos corações dos homens de bem.

Homens de intelecto mas que a ninguém desprezam.

Homens de posses, que a todos acolhem.

Homens que sabem reivindicar seus direitos, nunca sendo omissos.

Homens de bem. Humildes.

Repensemos nossos conceitos.



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terça-feira, 18 de setembro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - MARCAS NO CORAÇÃO




Você já sentiu, alguma vez, a dor causada por uma pancada na quina da mesa, da cama, ou de outro móvel qualquer?

Sim, aquela pancada que quase nos faz perder os sentidos, e deixa um hematoma no corpo.

Em princípio surge uma marca avermelhada, depois arroxeada, e vai mudando de cor até desaparecer por completo.

Geralmente o local fica dolorido, e sempre que o tocamos sentimos certo desconforto.

A marca permanece por um tempo mais ou menos longo, conforme o organismo.

Agora imagine se, por distração, você bate novamente no mesmo lugar do hematoma...

A dor é ainda maior e a cor se intensifica.

Se isso se repetisse por inúmeras vezes, o problema poderia se agravar a tal ponto que a lesão se converteria num problema mais grave.

Com a mágoa acontece algo semelhante, com a diferença de que a marca é feita no coração e é causada por uma lesão afetiva.

No primeiro momento a marca é superficial, mas poderá se aprofundar mais e mais, caso haja ressentimento prolongado.

Ressentir quer dizer sentir outra vez e tornar a sentir muitas e muitas vezes.

É por isso que o ressentimento vai aprofundando a marca deixada no coração.

Como acontece com as lesões sofridas no corpo, repetidas vezes no mesmo lugar, também o ressentimento pode causar sérios problemas a quem se permite o ressentir continuado.

Se um hematoma durasse meses ou anos em nosso corpo, a possibilidade de se transformar em câncer seria grande.

Isso também acontece com a mágoa agasalhada na alma por muito tempo.

A cada vez que nos lembramos do que motivou a mácula no coração, e nos permitimos sentir outra vez o estilete na alma, a mágoa vai se aprofundando mais e mais.

Além da possibilidade de causar tumores, gera outros distúrbios nas emoções de quem a guarda no coração.

Por todas essas razões, vale a pena refletir sobre esse mal que tem feito muitas vítimas.

Semelhante a um corrosivo, a mágoa vai minando a alegria, o entusiasmo, a esperança, e a amargura se instala...

Silenciosa, ela compromete a saúde de quem a mantém e fomenta ódio, rancor, inimizade, antipatias.

Muitas vezes a mágoa se disfarça de amor-próprio para que seu portador consinta que ela permaneça em sua intimidade.

E com o passar do tempo ela se converte num algoz terrível, mostrando-se mais poderosa do que a vontade de seu portador para eliminá-la.

De maneira muitas vezes imperceptível, a mágoa guardada vai se manifestando numa vingançazinha aqui, numa traiçãozinha ali, numa crueldade acolá.

E de queda em queda a pessoa magoada vai descendo até o fundo do poço, sem medir as conseqüências de seus atos.

Para evitar que isso aconteça conosco, é preciso tomar alguns cuidados básicos.

O primeiro deles é proteger o campo das emoções, fortalecendo as fibras dos nobres sentimentos, não permitindo que a mágoa o penetre.

O segundo é tratar imediatamente a ferida antes que se torne mais profunda, caso a mágoa aconteça.

O terceiro é drenar, com o arado da razão, o lodo do melindre, que é terreno propício para a instalação da mágoa.

É importante tratar essa suscetibilidade à flor da pele, que nos deixa extremamente vulneráveis a essas marcas indesejáveis em nosso coração, tornando-nos pessoas amargas e infelizes.

* * *

Agasalhar ódio, mágoa ou rancor no coração, é o mesmo que beber veneno com a intenção de matar o nosso agressor.

Pense nisso, e não permita que esses tóxicos se instalem em seu coração.


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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

REFLEXÃO DO DIA - MAU HUMOR





A revista Circulation, da Associação Americana do Coração publicou um estudo, realizado por uma equipe da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

O título era muito sugestivo: Verdade: raiva mata mesmo. E dizia do aumento significativo dos riscos de se ter um ataque cardíaco, devido ao mau humor.

A equipe, durante seis anos, estudou nada menos do que o comportamento de 13.000 homens e mulheres, com idade entre 45 e 64 anos.

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que se irritam intensamente, e com frequência, têm três vezes mais probabilidades de sofrer um infarto do coração, do que aquelas que encaram os problemas com mais serenidade.

Segundo esses estudiosos, cada vez que a pessoa tem um episódio de raiva, o organismo joga no sangue uma carga extra de adrenalina.

A concentração desse hormônio no corpo aumenta o número de batimentos cardíacos e estreita os vasos sanguíneos, o que faz com que a pressão arterial se eleve.

A repetição dos momentos de raiva pode gerar dois problemas que se associam ao infarto. O primeiro é a arritmia cardíaca, o que quer dizer que o coração bate de forma descompassada.

O segundo, é a dilatação das placas de gordura que, por acaso, existam nas artérias.

Por tudo isto, é bom analisarmos os nossos atos.

Por exemplo: o mau humor está se apresentando em nossas vidas de maneira quase constante?

Procuremos examinar as suas origens, a fim de que o possamos liquidar o mais rápido possível.

Caso o problema seja de alguma dívida que esteja nos preocupando, recordemos que não será com mau humor que conseguiremos os recursos para pagá-la.

Se a dificuldade é uma doença que nos atormenta, tenhamos em mente que enfermidade precisa de remédio e não de intolerância, para se curar.

Se estivermos precisando da cooperação de alguém para um empreendimento, uma tarefa, com certeza não será apresentando uma carranca que conseguiremos simpatia e ajuda.

Se estiverem se apresentando contratempos na família, não serão frases ásperas, cheias de amargura e má vontade que irão resolvê-los.

Tudo isto quer dizer que, em verdade, até hoje não se tem conhecimento de ninguém que o azedume e o mau humor tenham auxiliado.

Portanto, o melhor é tentar nos livrarmos dessa postura destruidora, cultivar a paciência e aprender a sorrir.

* * *

Ninguém consegue realizar alguma coisa sem os outros e os outros não são culpados por nossos insucessos.

Enfrentemos o novo dia, dispostos a vencer, conquistando o espaço bom que nos está reservado no mundo.

A boa vontade em relação aos outros retornará sempre para nós em clima de simpatia e camaradagem.

Assim, começando hoje, coloquemos beleza em nossos olhos, a fim de olharmos a vida com lentes mais claras, libertando-nos das impressões negativas da noite passada.

Notaremos então que nosso estado íntimo se renovará e tudo tomará uma cor agradável ao nosso redor.

Pense nisso!


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